GIMP: Saiba como usar a Ferramenta Laço e facilite suas edições de imagem
Postado por ADM **BTGG** às 16:27 0 comentáriosFazer seleções é algo essencial para se editar imagens. Seja no GIMP ou em qualquer outro software de edição, a Ferramenta Laço é indispensável para aquelas situações em que se faz necessário marcar uma área irregular ou até mesmo destacar algum detalhe de uma foto ou desenho. Contudo, este recurso, no GIMP, é mostrado no estilo “dois em um”. Isto porque o ícone para ativar a ferramenta é um só, porém conforme você clica ou arrasta, ele se torna algo como o “Laço Poligonal” do Photoshop (se clicar em pontos separados) ou apenas seleção à mão livre (se clicar arrastando o cursor).
Neste tutorial você ficará sabendo como usar esta ferramenta e qual são as situações mais adequadas para cada modo em que ele pode ser colocado. Portanto, se ainda não o fez, abra o seu GIMP para começar a descobrir o melhor modo de usar a tão famosa “Ferramenta de Seleção Livre” ou simplesmente, o “Laço”.
Conhecendo melhor a ferramenta

A Ferramenta de Seleção Livre é um recurso extremamente útil para qualquer usuário que deseje fazer mudanças e edições em geral nas suas imagens. É um recurso que atende muito bem às exigências de quem precisa selecionar uma área irregular ou traçar o contorno de alguma forma contida na imagem. Diferente das outras ferramentas de seleção, esta não trabalha com sistemas de cores nem formas geométricas predefinidas.
O funcionamento da seleção por Laço só depende do traçado que você delimitar na imagem. Observe a imagem ao lado.
Modos de seleção
Assim como a Varinha Mágica, a ferramenta Laço também é um recurso que possui modos de seleção como “Adição”, “Subtração”, “Substituição” e “Intersecção”. Todas elas funcionam exatamente da mesma maneira nas duas ferramentas.
Substituição
É o modo padrão. Fica selecionado automaticamente toda vez que você troca de uma ferramenta qualquer do painel para esta.
Adição
Substitui a necessidade de pressionar SHIFT toda vez que for necessário selecionar mais de uma região específica.
Subtração
Substitui a necessidade de pressionar CTRL toda vez que for necessário excluir regiões de uma seleção.
Intersecção
Seleciona a área em comum entre duas seleções anteriores.
Efeitos de seleção
Neste ponto, a ferramenta Laço diverge da varinha magica. Enquanto uma possui vários efeitos e configurações, esta não passa de duas checkboxes para a suavização das bordas quando houver a necessidade de apagar alguma região da imagem.
Suavizar![]()
Já vem pré-selecionada e procura diminuir o serrilhado dos pixels quando uma área é excluída.
Enevoar bordas
Funciona da mesma maneira que o “Suavizar”, porém este efeito é um pouco mais forte e pode ser configurado de acordo com as suas necessidades.

Bem, agora que você já conheceu melhor esta ferramenta, use-a para fazer seleções que exijam uma maior precisão nos traços e até mesmo aplique efeitos, cores e gradientes apenas nas regiões selecionadas! E você? Conhece alguma outra utilidade para a Ferramenta de Seleção Livre? Conte para a gente no seu comentário!
Fique ligado para mais tutoriais e dicas do GIMP! Até a próxima!
O que é algoritmo?
Postado por ADM **BTGG** às 16:19 0 comentáriosNos dias atuais e com a evolução galopante da tecnologia, dificilmente encontramos pessoas que nunca tenham utilizado um computador. Os propósitos podem variar bastante, seja para edição de textos, jogos ou atividades mais complexas, já é difícil de imaginar nossas vidas sem o uso desta ferramenta.
Nesta atividade já tão comum ao nosso cotidiano, você algum dia já deve ter parado para pensar como os programas funcionam. Como é que o computador faz todas as tarefas exatamente da forma com a qual você pede? A resposta para esta pergunta é mais simples do que parece: ele segue as instruções que você passa.
Mas para que ele consiga entender o que você fala, ele precisa de uma linguagem mais específica. Para fazer esta interpretação entre homem e máquina, foram desenvolvidas as linguagens de programação. Mas mesmo estas linguagens utilizam uma lógica para serem escritas e é aí que entram os algoritmos.

Um algoritmo nada mais é do que uma receita que mostra passo a passo os procedimentos necessários para a resolução de uma tarefa. Ele não responde a pergunta “o que fazer?”, mas sim o “como fazer”. Em termos mais técnicos, um algoritmo é uma sequência lógica e definida de instruções que devem ser seguidas para resolver um problema ou executar uma tarefa.
Embora você não perceba, utiliza algoritmos de forma intuitiva e automática diariamente quando executa tarefas comuns. Como estas atividades são simples e dispensa ficar pensando nas instruções necessárias para fazê-las, o algoritmo presente nelas acaba passando despercebido. Por exemplo, quando precisa trocar uma lâmpada, você:
Início
Verifica se o interruptor está desligado;
Procura uma lâmpada nova;
Pega uma escada;
Leva a escada até o local;
Posiciona a escada;
Sobe os degraus;
Para na altura apropriada;
Retira a lâmpada queimada;
Coloca a lâmpada nova;
Desce da escada;
Aciona o interruptor;
Se a Lâmpada não acender, então:
Retira a lâmpada queimada;
Coloca outra lâmpada nova
Senão
Tarefa terminada;
Joga a lâmpada queimada no lixo;
Guarda a escada;
Fim
Formas de escrever um algoritmo
Os algoritmos são muito utilizados na área de programação, descrevendo as etapas que precisam ser efetuadas para que um programa execute as tarefas que lhe são designadas. Existem diversas formas de escrever um algoritmo, podendo ser citadas o pseudocódigo (ou português estruturado), fluxograma, diagrama de Chapin e descrição narrativa.
A sequência escrita no exemplo da troca da lâmpada estava em descrição narrativa, por exemplo. Esta forma não é muito utilizada em informática porque pode ser ambígua e dar margem a interpretações erradas.
Os dois tipos mais comuns são o pseudocódigo que utiliza uma forma mais estruturada, assemelhando-se àquelas utilizadas pelas linguagens de programação e o fluxograma que emprega figuras geométricas para ilustrar os passos a serem seguidos.
O Diagrama de Chapin, Diagrama Nassi-Shneiderman ou Diagrama N-S mostra a solução por meio de quadros organizados hierárquica e estruturadamente. Este tipo não é muito utilizado, pois vários procedimentos tornam-se difíceis de serem mostrados por meio deste diagrama.

Um algoritmo é algo que você já utilizava o tempo todo e nem percebia. Uma forma bem interessante de exercitar a lógica seria algum dia parar para pensar em sua rotina ao acordar, por exemplo. Você perceberia o quanto ela é mais complexa do que parece, se fosse para colocar no papel e como a execução disto é automática.
Teclas de atalho para cortar o trabalho pela metade no Photoshop
Postado por ADM **BTGG** às 16:09 0 comentáriosPaleta de Ferramentas
M — Seleção em Retângulo.
V — Ferramenta para Mover.
L — Ferramenta de Laço Poligonal.
W — Varinha Mágica.
C — Ferramenta de Corte.
I — Conta-Gotas.
J — Pincel para Cura de Manchas.
B — Pincel normal.
S — Ferramenta de Clonagem.
Y — Pincel do Histórico.
E — Borracha.
G — Preenchimento em Degradê (Gradiente).
O — Ferramenta de Super-Exposição.
P — Ferramenta de Caneta.
T — Ferramenta para criar Texto.
A — Seleção de Caminho.
U — Ferramenta para Criar Retângulo..
K — Rotação 3D.
N — Órbita 3D
H — Ferramenta da mão (é possível usar a Barra de Espaço também).
Z — Aproximar e afastar o Zoom.
D — Voltar a paleta de cores para preto e branco.
Arquivo
Ctrl + N — Novo
Ctrl + O — Abrir
Ctrl + W — Fechar
Alt + Ctrl + W — Fechar tudo
Shift + Ctrl + S — Salvar como
Ctrl + P — Imprimir
Edição
Shift + Ctrl + Z — Avançar uma ação
Alt + Ctrl + X — Voltar uma ação
Ctrl + X — Recortar
Ctrl + C — Copiar
Ctrl + V — Colar
Shift + Ctrl + V — Colar Dentro
Shift + F5 — Preencher
Ctrl + T — Transformação Livre
Shift + Ctrl + K — Opções de Cor
Alt + Shift + Ctrl + K — Atalhos do Teclado
Alt + Shift + Ctrl + M — Menus
Ajustes da imagem
Ctrl + L — Níveis
Ctrl + M — Curvas
Ctrl + U — Matiz/Saturação
Ctrl + B — Balanceamento de Cores
Alt + Shift + Ctrl + B — Preto e Branco
Ctrl + I — Inverter
Shift + Ctrl + U — Tirar Saturação
Shift + Ctrl + L — Níveis Automáticos
Alt + Shift + Ctrl + L — Contraste Automático
Shift + Ctrl + B — Cores Automáticas
Alt + Ctrl + I — Tamanho da Imagem
Alt + Ctrl + C — Tamanho da Tela de Pintura
Seleção
Ctrl + A — Selecionar tudo
Ctrl + D — Limpar seleção
Shift + Ctrl + I — Inverter seleção
Filtros
Shift + Ctrl + X — Dissolver (Liquify)
Alt + Ctrl + V — Ponto de perspectiva (vanishing point)
Janelas
Alt + F9 — Ações (actions)
F5 — Brushes
F6 — Cores
F7 — Camadas (layers)
F8 — Informações
O que é DHCP?
Postado por ADM **BTGG** às 16:00 0 comentáriosQuando falamos em redes, existem alguns recursos que são utilizados e facilitam muito a nossa vida, mas nem os percebemos. Um deles é o protocolo DHCP. Do inglês Dynamic Host Configuration Protocol (que ficaria, em português, algo como Protocolo de Configuração Dinâmica de Endereços de Rede), é um protocolo utilizado em redes de computadores que permite às máquinas obterem um endereço IP automaticamente.
Este protocolo começou a ganhar terreno aproximadamente em Outubro de 1993, sendo o sucessor do BOOTP que, embora seja mais simples, tornou-se muito limitado para as exigências atuais.
Por que ele é importante?
Digamos que você seja o administrador de uma rede. Se fosse uma rede doméstica com 3 computadores, não seria trabalhoso atribuir um número de IP e todos os parâmetros necessários para cada um deles. Agora, se fossem 100, 200 ou mais, certamente a história seria outra.
O protocolo DHCP faz exatamente isto, por meio dele um servidor é capaz de distribuir automaticamente endereços de IP diferentes a todos os computadores à medida que eles fazem a solicitação de conexão com a rede. Essa distribuição dos IPs é feita em um intervalo pré-definido configurado no servidor. Sempre que uma das máquinas for desconectada o IP ficará livre para o uso em outra.

Você já deve ter ouvido que recebe um endereço de IP diferente para cada conexão de internet, certo? Este é um fato cujo responsável é o DHCP combinado com protocolos diferentes.
Como ele faz isso?
Resumidamente, utilizando um modelo cliente-servidor, o DHCP faz o seguinte:
● Quando um cliente conecta-se a uma rede ele envia um pacote com um pedido de configurações DHCP.
● O servidor DHCP gerencia uma faixa fixa de IPs disponíveis juntamente com as informações e parâmetros necessários (gateway padrão, nome de domínio, DNS, etc).
● Quando este servidor recebe um pedido, ele entrega um destes endereços e configurações para o cliente.
Modos de Funcionamento
Ele pode operar de três formas: automática, dinâmica e manual.
Automática, no qual uma quantidade de endereços de IP (dentro de uma faixa) é definida para ser utilizada na rede. Neste caso, sempre que um dos computadores de uma rede solicitar a conexão com ela, um destes IPs será designado para a máquina em questão.
Na dinâmica o procedimento é bem parecido com o efetuado pela automática, porém a conexão do computador com determinado IP é limitada por um período de tempo pré-configurado que pode variar conforme desejado pelo administrador da rede.
No modo manual o DHCP aloca um endereço de IP conforme o valor de MAC (Medium Access Control) de cada placa de rede de forma que cada computador utilizará apenas este endereço de IP. Utiliza-se este recurso quando é necessário que uma máquina possua um endereço de IP fixo.
Como o DHCP possui suporte para diversas plataformas, ele traz uma solução eficiente e fornece uma grande ajuda para os administradores de rede. Agora você já sabe o que é e o que faz este protocolo de rede, esperamos que todas as dúvidas referentes ao assunto tenham sido respondidas de forma satisfatória e até a próxima!










