De onde surgem os vírus que infectam nossos computadores? Como nos protegemos?

sexta-feira, 17 de abril de 2009 0 comentários

Cada dia mais e mais usuários são prejudicados pelas centenas de vírus que estão presentes na Internet. Por mais que você tenha os melhores programas de segurança instalados em sua máquina, se você não tomar alguns cuidados cedo ou tarde estará infectado por alguma praga solta pela rede.

Infelizmente existem muitas pessoas que gastam seu tempo livre pensando em como prejudicar os outros. Como a mente humana é muito fértil, surgem diversos vírus novos todos os dias. Claro que todos nós estamos sujeitos a uma dor de cabeça com algum vírus, eu mesma já sofri com vários, mas também não precisamos facilitar, não é?!

A melhor maneira de evitar essas pragas é cuidando com os sites que você acessa, emails que abre, etc. Os antivírus podem ajudar, mas não são infalíveis. Pensando nisso, o Baixaki foi pesquisar quais as maneiras mais comuns de se pegar vírus e como evitá-las. Vamos lá?!


É assim que você pega...

A maioria dos usuários pega um vírus a partir de um programa que foi baixado pela Internet. O meio de propagação preferido dos hackers e malfeitores são os aplicativos P2P, que “distribuem” arquivos e vírus para qualquer lugar do mundo.

Não podemos esqueçer dos sites...tem sites que é só voçe acessar e ja pega virus...mais fiquem tranquilos o Dicas de PC não é assim.

Proteja-se!

A melhor forma de evitar incômodos com vírus e outros malwares é ficar atento. Alguns sites deixam bem evidentes que não são confiáveis, mas outros enganam direitinho, e é exatamente com esses que devemos ter cuidado.

A coisa mais irritante em um vírus é a capacidade que ele tem de se replicar, infectando vários outros documentos presentes em seu computador. Assim, mesmo que você consiga se livrar do arquivo original do vírus, basta executar qualquer outro documento que tenha sido infectado que a bagunça está feita.

É assim que você pega...

A infecção nesse caso acontece quando um arquivo que foi contaminado por um vírus é aberto. Outra maneira é, novamente, baixar e executar arquivos provenientes de sites mal-intencionados na Internet.

Proteja-se!

Para evitar que esse tipo de contaminação ocorra, o mais recomendado é que você varra com o antivírus todos os documentos e arquivos baixados, mesmo que seja um anexo que aquele seu melhor amigo enviou. Com essa capacidade de replicação dos vírus, às vezes as pessoas podem estar com o computador infectado sem saber.


O avanço da tecnologia permitiu a criação de dispositivos pequenos, mas extremamente poderosos quando o assunto é capacidade de armazenamento. Os famosos pendrives revolucionaram a portabilidade de arquivos e programas. Consequentemente viraram alvos de vírus.

É assim que você pega...

O grande problema da infecção de dispositivos móveis está justamente no fato de um único pendrive poder infectar vários computadores. Basta conectar nossos pequenos amigos à uma máquina que ela já pode estar infectada. A opção de execução automática também é um grande problema, pois é a partir dela que o vírus se propagar.

Cuidado com os pendrives

Proteja-se!

Uma das maneiras mais simples de evitar problemas com vírus em pendrives é desabilitando a execução automática do dispositivo. Se você costuma usar seu pendrive em lan houses ou mesmo na faculdade, tome muito cuidado ao abrir em seu computador qualquer arquivo que esteja armazenado no dispositivo.

No menu na opção anti-virus tem anti virus portateis para seu pen-drive.

É assim que você pega...

Vírus de terceirosSe apenas você utiliza o computador e é cuidadoso, tudo bem. O grande problema está em casos que uma mesma máquina é utilizada por mais de uma pessoa. Nesses casos, basta que um dos usuários não seja cuidadoso para que os vírus tomem conta do computador.

Proteja-se!

Se você está em uma situação assim, o melhor a fazer é limitar os privilégios do usuário que não tem o cuidado de manter o computador seguro.


Uma rede pode ser a melhor solução para ligar diversos computadores com a Internet, ou mesmo para trocar arquivos entre dois computadores que estejam fisicamente próximos.

É assim que você pega...

É claro que os vírus adoram uma rede local, afinal, basta um computador estar infectado que a probabilidade dos outros também serem prejudicados é bem grande. Há casos de empresas grandes pararem de funcionar pro problema de vírus.

Proteja-se!

Infelizmente, não há nada de revolucionário para casos assim. Ser cuidadoso no uso de qualquer uma das máquinas da rede e limitar os privilégios dos usuários são maneiras de evitar a desagradável surpresa de descobrir que seu computador pegou um vírus por descuido dos outros.

Por mais que os antivírus não sejam a solução definitiva para os problemas citados acima, e muitos outros, eles ajudam muito no combate aos vírus. Por isso, sempre mantenha um programa de proteção contra vírus ativo em seu computador e, o mais importante, sempre como banco de dados atualizado.

Fiquei de olhos bem abertos!Com a evolução da tecnologia os vírus de computador também sofreram uma “atualização” e seus desenvolvedores estão usando os meios mais “criativos” para infectar o maior número de computadores possível. Infelizmente precisamos estar sempre atentos quando acessamos um site, utilizamos pendrives em computadores de estranhos, e mesmo de amigos, etc.

Não deixe que uma praga estrague sua diversão, mantenha-se cauteloso quando for usar o computador.



AVZ Antiviral Toolkit 4.30

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AVZ Antiviral Toolkit é uma ferramenta completa para a busca de malwares – spywares, keyloggers, trojans e etc., para que seu sistema fique protegido destas ameaças que impregnam a internet.

Este sistema não demanda instalação e pode funcionar diretamente de um pen drive ou outro dispositivo removível. Ele identifica e combate apenas malwares, não funcionando da mesma forma com vírus.



ClamWin Portable 0.94

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ClamWin Portable é a versão pronta para usar do antivírus gratuito e de qualidade ClamWin. Ele possui todos os recursos básicos da versão padrão do programa, com a diferença de não precisar ser instalado, podendo ser acessado com muita praticidade diretamente de um pendrive ou CD, no computador que precisar.

Entre as características gerais do programa, você vai encontrar:
# Interface descomplicada e fácil de usar.


# Alta taxa de detecção de vírus e spywares.


# Atualizações e escaneamentos agendados desabilitados, se adequando às necessidades de um programa portátil.


# Rastreamento contra vírus em arquivos individuais.



Xion 1.0.113 Beta

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Xion é um player de áudio de excelente qualidade que vai possibilitar a você ouvir as suas melhores músicas aproveitando muitos recursos e facilidades gratuitamente.

Uma das suas maiores vantagens é o seu suporte a skins diretamente do formato PSD (arquivo nativo do Photoshop), que exclui a necessidade dos usuários lidarem com quaisquer tipos de códigos ou arquivos adicionais que compliquem o processo.

Dessa maneira, você poderá criar seus próprios modelos visuais ou mesmo baixar centenas deles diretamente a partir do site do desenvolvedor, com a possibilidade de aplicá-los à interface do programa com apenas um clique.





ObjectDock 1.9 Build 543

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Clique na imagem para ampliar!

Se você está cansado da velha barra de ferramentas do seu Windows, então está na hora de conhecer o ObjectDock. Com este programa você pode tornar o Menu Iniciar e também a barra de ferramentas do seu computador muito mais moderna e bonita em apenas alguns cliques.

ObjectDock possui alguns temas padrões para que você altere o visual da nova barra. Além disso, é possível personalizar totalmente o tamanho dos ícones, transparência, fundo e diversas outras opções.

Sistema: Windows XP/Vista/2000



Windows 7 Ultimate Visual Style for XP

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O Windows Seven está para ser lançado oficialmente, apresentando promessas de atender às expectativas sem o lado negativo trazido pelo Vista em diversos aspectos, em especial quanto ao peso do sistema operacional para rodar em computadores mais simples.

No entanto, certamente muitos usuários não vão querer abrir mão das facilidades de uso e leveza do Windows XP, um dos melhores sistemas operacionais lançados pela Microsoft até hoje. Para os que querem aproveitar apenas o visual arrojado do novo Windows, confira o Windows 7 Ultimate Visual Style for XP, um ótimo tema para você dar cara nova às barras e janelas padrão do seu sistema.





Windows 7 Superbar

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Em breve a Microsoft lançará o seu novo sistema operacional, o Windows 7, com um visual realmente bonito e uma Barra de Tarefas toda remodelada. Então, enquanto não sai o novo sistema, que tal colocar essa Barra de Tarefas do Windows 7 no seu Windows XP? Acredite, é mais fácil do que você pensa e fica muito bonito.



Magic Formation 0.981e

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Magic Formation, traduzido como “formação mágica” é um programa que organiza seus ícones e atalhos em um círculo, e você pode acessá-los simplesmente fazendo um movimento circular com o mouse. Parece mesmo mágica, não? Como num movimento de uma varinha de condão seus atalhos aparecem aonde você quiser.

Diferente da maioria dos outros programas do tipo Dock, que personalizam a barra de ferramenta do Windows fazendo-a parecer com o menu em pilha do sistema operacional Mac OS X, Magic Formation não altera a sua barra de ferramentas, e sim mostra uma personalizada em qualquer parte da tela.





Entenda melhor o CPU-Z

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O CPU-Z é um programa que destrincha um computador e informa vários detalhes sobre o funcionamento de cada componente instalado. O programa é simples e não executa nenhuma função, apenas obtém informações sobre os componentes de um PC e os informa praticamente.

Até mesmo usuários avançados podem não compreender todas as informações fornecidas pelo CPU-Z, pois muitas envolvem os circuitos eletrônicos dos componentes. Usuários básicos podem não entender o que essa análise significa. Por isso, o Dicas de PC preparou este guia.

Não se trata de um tutorial para o CPU-Z, uma vez que o programa não executa nenhuma tarefa específica. É um guia que tenta dar uma noção sobre o tipo de informação que o CPU-Z busca e informa. De fato, é extrema pretensão achar que este guia desvenda o programa. Nossa intenção é dar uma ideia geral de como a análise da capacidade de um computador é complexa e quais parâmetros são utilizados.

O CPU-Z divide todas as informações em abas. Vamos vê-las uma a uma.

Os componentes da placa-mãe do seu computador são destrinchados nessas abas.


CPU

Esta aba é referente ao processador. Aqui se tem um panorama geral sobre o desempenho do computador. A primeira parte dessa aba, nomeada “Processor”, especifica os itens gerais do processador. São eles: nome, código desse nome, tecnologia de fabricação e especificações. Veja o que significa os seguintes campos:

Essas informações variam conforme a marca do processador.“Technology” – qual tecnologia foi utilizada na fabricação do processador. Neste exemplo, tem-se a tecnologia 90 nm (nanometer).

“Core VID” – VID é a sigla para Voltage Identification Digital, ou seja, identificação digital de voltagem. Logo, tem-se aqui a voltagem do núcleo do processador.

“Family”, “Model”, “Stepping” e “Revision” – cada fabricante de processador tem sua classificação padronizada dos modelos que produz. Aqui você é informado sobre a família, o modelo, stepping (ou seja, a variação de um modelo dentro da mesma família) e a revisão do componente.

“Instructions” – de maneira simplificada, uma instrução – dentro do contexto da ciência da computação – é uma representação de um elemento de um programa executável. Para que programas e componentes se entendam, é necessária a interpretação correta do conjunto de instruções. Aqui são listadas as instruções que o processador suporta.

A segunda parte dessa seção, denominada “Clocks”, especifica as frequências que definem a velocidade de processamento. Veja a lista dos itens:

Indicadores básicos da velocidade do processador.

“Core Speed” – velocidade do núcleo do processador. Quanto maior esse indicador, maior é a velocidade de processamento das informações.

“Multiplier” – multiplicador. Essa é a capacidade que o processador tem de multiplicar seu processamento. É um indicador utilizado como referência para a execução de overclocks, por exemplo.CLIQUE AQUI Para saber o que é overlock e também saber como faze-lo.

“Bus Speed”Bus, em uma arquitetura de computador, é um subsistema que transfere dados entre os componentes. Esse é o indicador da velocidade dessa transferência.

“HT Link” – HT (HyperTransport) é uma tecnologia que possibilita a comunicação direta entre o processador e os demais dispositivos da placa-mãe através de interconexões ponto a ponto. Essa é a velocidade dessa transferência, que pode variar entre 800 MHz e 3 GHz atualmente.

O terceiro bloco, chamado “Cache”, indica os níveis de memória cache do PC. Em palavras simples, cache é uma área de armazenamento temporário onde dados frequentemente acessados podem ser armazenados para rápido acesso posterior. Ela é dividida em dois níveis, três em alguns processadores.


Cache

Esta aba apenas oferece mais detalhes sobre a memória cache, informando o modo de operação além dos valores já esclarecidos anteriormente. Aqui você sabe se a memória cachê é do tipo fully associative (a qual decide livremente onde um dado deve ser copiado), direct mapped (onde cada entrada ocupa apenas um espaço determinado) ou set associative (no qual cada entrada pode ir para qualquer lugar da cache.

Capacidade e tipo da memória cache.

Mainboard

Vários detalhes sobre a placa-mãe. Essas informações podem ser utilizadas, por exemplo, no caso de perda do CD da instalação desta placa. Ao ter conhecimento do chipset (conjunto de chips da placa), é possível executar o download dos drivers necessários. Ela é dividida em três blocos. Veja as informações listadas em "Motherboard", o primeiro bloco:

Detalhes sobre componentes da placa-mãe.

“Manufacturer” : fabricante da placa.

“Model” : modelo.

“Chipset” : modelo do chipset, ou seja, do conjunto de chips que fazem parte da placa.

“Southbridge” : modelo de Southbridge, ou seja, o chip que implementa as capacidades mais “lentas” do processador.

“LPCIO” : esta é, de fato, a junção de dois acrônimos. O primeiro, LPC, é um tipo de bus utilizado para conectar dispositivos que utilizam pouca banda. Já o IP refere-se a I/O e significa Input/Output.

Bloco "BIOS"

“Brand” , “Version” e “Date” : marca da fabricante da BIOS, versão e data do driver.


Bloco "Graphic Interface" (interface gráfica)

Versão, taxa de transferência (inclusive máximo suportado) e banda lateral são listados. Essas informações não indicam a capacidade da placa-mãe e de seus componentes. Elas indicam a procedência do produto.

Memory

Esta área se refere aos dados da memória presentes no computador. Os itens listados são divididos em dois blocos: "General" e "Timings".

"General"

Dados gerais da memória, listados da seguinte maneira:

“Type” – tipo da memória, que pode ser DDR ou DIMM. O primeiro tipo designa uma classe de memória que transmite os dados sem precisar aumentar a frequência do processador. Ela pode ser do tipo DDR, DDR2 ou DDR3. A classe DDR2 apresenta melhorias sobre a DDR, assim como a DDR 3 apresenta melhor desempenho sobre as outras duas.

Já a memória do tipo DIMM é composta por contatos separados em cada lado do módulo com uma capacidade de 64-bit de transferência.

“Size” – capacidade da memória RAM. Quanto mais alto este valor, mais dados o computador pode processar simultaneamente.

“Channels #” – número de canais com os quais a memória trabalha. Atualmente há memórias RAM com três canais, mas esse tipo ainda é muito novo. Quanto mais canais, mais rápido é o processamento.

“DC Mode” – caso a memória RAM seja de dois canais, este campo vai indicar o modo que esses canais trabalham.

“NB Frequency” – a frequência de processamento da Northbridge da memória. Você viu anteriormente que a Southbridge é uma divisão do chipset que implementa as exigências menores ao processador. Já a Northbridge gerencia a comunicação da placa-mãe com componentes mais avançados, como processador, memória RAM e placa de vídeo.

Dados gerais sobre a memória RAM.

"Timings"

Esse termo pode ser traduzido como temporizações. Esses dados indicam o tempo em que o chip de memória leva para processar alguma informação. A unidade de medida desses indicadores é o clock, ou seja, o número de ciclos do processador necessário para executar tal tarefa. Quanto menor este número, mais rápido é o processador.

Análises da capacidade da memória RAM.

“DRAM Frequency” – DRAM é um tipo de memória aleatória que armazena cada bit em um capacitor separado em um circuito integrado. Este é o indicador da velocidade com que essa informação é processada.

“FSB:DRAM” – é a proporção entre a capacidade de transferência da FSB (Front Side Bus, barramento frontal) e a frequência DRAM. Ou seja, é a indicação que aponta se a DRAM consegue acompanhar o barramento frontal em um bom ritmo.

“CAS# Latency (CL)” – é o tempo de atraso entre o momento em que um controlador de memória “pede” para que ela acesse uma coluna específica em uma linha determinada e o momento em que este dado se encontra disponível.

“RAS # to CAS# Delay (tRCD)” - tempo entre a ativação da linha e a coluna onde o dado está armazenado.

“RAS# Precharge (tRP)” – tempo entre a desativação do acesso a uma linha e o início ao acesso a outra linha.

“Cycle Time (tRAS)” – o quanto a memória tem que esperar até seu próximo acesso.

“Bank Cycle Time (tRC)” – interval mínimo entre sucessivos comandos ativos para o mesmo banco de informações. Esse indicador é o resultado da soma entre o tRSAS e o tRP (tRC = trás + tRP).

“Command Rate (CR)” – tempo entre a ativação do chip de memória e a possibilidade de envio do primeiro comando. Apesar de indicado de maneira diferente, o valor informado também representa o número de clocks. Por exemplo, 2T indica dois clocks.

“DRAM Idle Timer” – tempo de ciclos ociosos antes que o controlador da memória force a abertura de uma página. Esse número varia entre 0T e 64T, podendo ser definido também como infinito ou automático.

SPD

Esta aba detalha todas as memórias em todos os slots (encaixes) disponíveis. Através de um menu drop-down, você escolhe o slot e então o CPU-Z vai listar uma série de informações, a começar pelo tipo da memória (se é DDR, DDR2 ou DDR3). Veja tudo que essa aba lista:

“Module Size” – tamanho da memória. Esse valor deve ser somado em todos os slots para se ter o valor total.

“Max Bandwidth” – nível máximo no qual dados podem ser lidos ou armazenados por um processador.

“Manufacturer”, “Part Number” e “Serial Number”: fabricante e números do componente e de série.

“Correction” – aqui você é informado se a memória conta com o sistema de correção, que - de maneira bastante simplificada - compartilha o uso de memória com o processador.

“Registered” e “Buffered” – um registro é um pequeno espaço temporário. Ele atua como buffer entre o processador e a memória. O uso de memória com a possibilidade de registro aumenta a estabilidade do sistema, mas “rouba” um pouquinho, bem pouquinho de sua capacidade total.

“SPD Ext.” – SPD é a sigla para Serial Presence Detect. Trata-se de uma maneira padronizada para automaticamente acessar informações sobre um módulo de memória de um computador.

“Week/Year” – contagem de semanas e anos de uso da memória avaliada.

Detalhes sobre cada pente de memória.

Na parte de baixo, uma análise de temporização muito semelhante à da aba "Memory" é feita. Todos os itens já explicados anteriormente são analisados individualmente nesta aba. Há também a indicação da voltagem de cada componente da memória.

Também há informações sobre a velocidade de cada pente.

CPU-Z 1.50

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CPU-Z é um software voltado a usuários que procuram obter detalhes a cerca do funcionamento e de cada componente que esteja instalado em seu computador. Não necessitando de instalação, o programa sempre foi uma referência entre os aplicativos utilizados pelos entusiastas que gostam de comparar seus itens de hardware.

Separado por abas

CPU-Z não permite que você realize nenhuma função, senão visualizar os principais dados dos itens do computador. Cada aba traz campos separados a respeito de diversos detalhes internos dos componentes, e o melhor é que tudo é medido em tempo real.