O que é Invader?

segunda-feira, 4 de maio de 2009 0 comentários
Eles estão por todos os lados, fique atento para que os invasores não sequestrem seu computador.
Quando sua máquina estiver se comportando de maneira demasiadamente estranha, tomando ações por conta própria ou não respondendo às suas ações é melhor tomar cuidado, você pode estar sendo vítima de um invader! “Riskware: Invader” ou “Tipo do Vírus: Invasor”, isso parece ser ruim, mas o que seria, como ele age e qual a melhor maneira de se defender?

Terrorismo Virtual!

Na definição do termo, o ato de invadir consiste em entrar em um determinado espaço à força. Como em um assalto, os residentes são rendidos enquanto os invasores tem a liberdade de fazer o que bem entendem com a casa. Claro que isto não coincide com a vontade dos donos e que esta ação abominável consiste em um ato criminoso.

Um “Invasor” de computador tem as mesmas características básicas, com a exceção de que o invasor não precisa estar fisicamente no domínio invadido. Tudo ocorre através da rede, mas o dono se sente tão impotente quanto em um sequestro. O invasor tem acesso a tudo que ocorre na máquina: seus arquivos e pastas, às entradas do teclado e inclusive ao que passa na tela do seu monitor.


Como ocorre uma invasão?

Não deixe eles entrarem!O invasor precisa do seu endereço de IP e da confirmação da sua máquina antes de invadir seu espaço. Um IP pode ser obtido facilmente através de uma conversa por chat ou de outros meios tão discretos quanto imperceptíveis, mas para obter a confirmação da máquina que o usuário precisa executar algum arquivo dentro do PC.

Não seria uma confirmação exatamente, mais precisamente é uma abertura necessária para que o invasor possa entrar. Ele sempre aparece de maneira discreta e muito bem disfarçado, eventualmente roda junto de outros programas sem levantar quaisquer suspeita. Infelizmente, é sempre o invasor quem deixa a porta aberta neste caso.

Precauções

Use sempre um bom anti-virus como o kapersky ou avira,um anti spyware e um firewall se voçe quiser!

E sempre atualizar seu sistema operacional

Atenção o sistema precisa ser original pra ser atualizado: se ele não for valide seu windows XP
CLIQUE AQUI!

Para validar windows vista CLIQUE AQUI!

O “não aceitar doces de estranhos” também é válido para os computadores, neste caso, não aceite programas de estranhos, principalmente dos estranhos insistentes. No mais, ficar de olho no que o seu antivírus aponta também é positivo.

Manutenção de Computadores: Aprenda a desmontar um PC.

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A pouco tempo o Dicas de PC iniciou a série: manutenção de PCs!

Cuidado!

Assim como já citado no artigo “Aprenda a abrir o gabinete do seu computador”, antes de manusear qualquer componente de hardware, é muito importante que você tome o cuidado de se livrar da energia eletrostática.

Para não ter um pequeno acidente com um de seus componentes, é indicado que você use uma pulseira antiestática ligada a uma superfície aterrada, ou então, simplesmente encoste suas mãos alguns segundos em um objeto de metal (que não tenha pintura) e que possua aterramento, a fonte do seu computador pode ser muito útil nesse caso (evidente que seu PC deve estar ligado ao terra).

Outros cuidados a serem tomados quanto a energia eletrostática é não trabalhar com blusas de lã, em locais que possuam tapete ou carpete, ou ainda, em cima de mesas de plástico, pois estes são casos que podem gerar energia eletrostática.

Retirando placas PCI e AGP

Começaremos a desmontar o computador retirando as placas de vídeo e modem. Claro que você pode proceder diferente, porém, recomenda-se que você siga exatamente nossos passos para não encontrar dificuldades ao remover algum item de hardware. Prepare sua chave Philips e comece a desparafusar a proteção das placas PCI e AGP (ou PCI-Express).

Optamos por remover a placa PCI primeiro, mas você pode retirar a placa que preferir. Para retirar a placa do gabinete, desparafuse a parte metálica do gabinete e então pegando com cuidado, na parte metálica e na outra extremidade, retire com cuidado a placa. Caso você esqueça, todo procedimento relacionado a hardware deve ser executado com o computador desligado, inclusive com a chave da fonte na posição desligada.


Se você possuir mais placas instaladas, repita o procedimento. Atenção: usuários que utilizam placas do tipo AGP ou PCI-Express, podem ter de destravar a placa. Nossa placa-mãe não possui esta trava de proteção, mas a maioria possui, portanto, certifique-se de pressionar a trava para então desencaixar a placa de vídeo.

Vamos tirar a fonte do gabinete

A fonte é um item bem complicado de ser removido do gabinete, porque ela está conectada a diversos componentes. A primeira coisa a se fazer é desconectar os cabos que entregam energia para a placa-mãe. Veja abaixo que há dois conectores (dependendo da placa-mãe somente um conector é utilizado), por isso desconecte ambos com cuidado para não estragar os encaixes ou o cabo. Frisa-se ainda que deve ser retirado os cabos segurando pelo conector, não puxe os fios, pois eles irão arrebentar. Note que os cabos da fonte possuem uma pequena trava junto ao conector. Para conseguir desconectar o cabo da placa-mãe, você deve pressionar esta trava para então puxar o cabo.


Agora ainda falta desconectar os cabos da fonte que estão ligados a outros componentes. Veja que o HD, o drive de CD e a unidade de disquetes utilizam cabos de energia. Não há segredos para removê-los, basta puxar o cabo pelas laterais (não pelos fios!). Confira a imagem abaixo.


Por fim, você deve remover os parafusos que prendem a fonte ao gabinete. Normalmente são quatro parafusos, porém fontes mais robustas não seguem necessarimanete o padrão e podem ter outras travas, e caso você possua uma fonte diferente, talvez seja melhor consultar o manual.

Desconectando os cabos IDE

Para que o sistema operacional reconheça seus dispositivos de armazenamento e unidades ópticas é necessário que, além do cabo de energia, o cabo IDE esteja conectado. Remover os cabos IDE é uma tarefa bem simples, sendo que você deve pegar com cuidado pelas pontas do conector e então ir puxando vagarosamente. Atenção: não puxe a fita dos cabos IDE, pois elas arrebentam facilmente e você não poderá mais utilizar seu cabo.

Depois de remover o cabo das unidades de armazenamento, você ainda deve desconectar os cabos da placa-mãe. O procedimento é o mesmo, pegue nas extremidades do conector e vá puxando com cuidado. Para retirar o HD ou uma das unidades ópticas, siga o procedimento da imagem abaixo.

Desencaixe as memórias

Retirar a memória da placa-mãe é bem fácil. Note na imagem abaixo que ela possui duas travas nas laterais, sendo que basta pressioná-las para que a memória desencaixe. Ao desencaixar os pentes de memória, pegue com cuidado pelas bordas, evitando tocar nos contatos metálicos, pois isso pode ocasionar problemas graves com a memória ou com a placa-mãe ao reencaixar.

Cooler e processador

Até aqui não foi tão difícil, não é mesmo? Agora é hora de retirar o cooler e então o processador. O cooler e o dissipador geralmente saem juntos, bastando você destravar o cooler para retirar a peça e desconectar o cabo de energia da ventoinha (confira imagem abaixo).

Para retirar o processador o procedimento é simples: mude a posição da trava para cima e então pegue cuidadosamente pelas bordas do processador.

Desparafuse a placa-mãe

Por fim restou apenas retirar a placa-mãe do gabinete. Ela é fixada no gabinete por seis parafusos (algumas placas podem utilizar mais ou menos parafusos), os quais devem ser retirados com a utilização de uma chave Philips.

Provavelmente haverá alguns cabos pequenos conectados a sua placa-mãe, os quais são responsáveis por ativar o botão POWER, RESET e o alto-falante do gabinete. Marque precisamente a ordem desses cabos e então retire-os com cuidado. Após isso a placa-mãe está solta e você deve pegá-la pelas bordas para retirar do gabinete.

Finalizando

Pronto, seu computador está todo separado em partes. Logo o Dicas de PC irá publicar um artigo mostrando como montar um computador, de maneira muito semelhante a este artigo. Boa sorte a todos na desmontagem e tomem muito cuidado com os itens de hardware.

Por que eu contrato um serviço de internet de 10 "Mega" e baixo arquivos a 1 MB?

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Por que eu pago por 10 Mega se minha taxa de download fica em 1 MB?

Mas por que isso acontece? Por que contratei uma coisa e quando recebi era outra completamente diferente? Que atire a primeira pedra quem nunca teve dúvidas quanto a este assunto, seja em um primeiro momento, quando idealizando quanto tempo o download de determinado programa demoraria, seja antes de estudar ou ler sobre o assunto.

Este fato acontece porque estamos falando de medidas diferentes. E essa confusão, na maioria dos casos, deve-se ao prefixo “Mega” pregado pelas prestadoras de tais serviços que fazem com que muitas pessoas acreditem estar contratando um serviço com velocidade em Megabytes enquanto na verdade ele está em Megabits.

Megabytes e Megabits

Como o termo Megabyte é muito mais conhecido do que Megabit, o anúncio de uma velocidade como “Mega” sem dúvidas traz certa confusão, ainda mais porque são medidas diferentes. Para entender esta diferença, vamos começar fazendo a conta com as medidas “básicas”. Cada byte é composto por 8 bits, um kilobyte é composto por 1024 bytes e logo, um megabyte possui 1024 kilobytes.

A medida da velocidade depende da grandeza na qual ela está especificada

O bit e o byte deram origem a mais duas unidades de grandeza: bps (bit por segundo) e o B/s (byte por segundo). Ambas pertencem à grandeza “taxa de transferência” e também são responsáveis por boa parte das reclamações recebidas nas centrais de atendimentos das empresas prestadoras de serviços de Internet.

A taxa de transferência normalmente é expressa em KB/s (kilobytes por segundo). Se um byte é igual a oito bits, obviamente a taxa de transferência terá um valor oito vezes menor. Partindo desta premissa, se você quer saber qual será sua taxa real de download, faça o cálculo “dividindo por 8”.

O resultado será um valor aproximado, pois um pouco desta velocidade deve ser descontada para o fluxo de dados. Abaixo segue uma tabela para ilustrar melhor a idéia:

Convertendo as medidas


Para saber aproximadamente quanto tempo o download de um programa vai demorar, você pode fazer o seguinte cálculo:

Primeiro, transforme o tamanho do programa para Kilobytes. Para um valor aproximado, multiplique o valor em Megabytes por 1000. Vamos utilizar um programa de 10 MB como exemplo:

10 x 1000 = 10000

Em seguida, divida este número pelo valor da velocidade do download. Digamos que sua conexão seja de 300 Kbps, o que leva a uma velocidade de download de 37,5 KB/s. (Aqui está a medida de tempo em segundos)

10000 / 37,5 = 266,66

Então, como o valor encontrado está em segundos, divida-o por 60. O resultado será o tempo aproximado (em minutos) que o download deverá demorar.

266,66/60 = 4,44 minutos

Agora você já sabe: é tudo uma questão de colocar as coisas na mesma medida! Esperamos que quaisquer dúvidas referentes a este assunto tenham sido resolvidas e até a próxima!



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