Saiba quais são as ferramentas indispensáveis para montar o seu PC!

segunda-feira, 18 de maio de 2009 0 comentários
Quer montar o seu próprio computador mas não sabe quais são as ferramentas necessárias? Fique atento para a check-list que o Dicas de PC montou para você!

Se você tem interesse na parte de hardware, montagem de computadores e todos os assuntos ligados à área mais técnica do mundo da informática, não pode perder uma linha sequer deste artigo. Em complemento à série “Manutenção de PCs” que o Dicas de PC vem produzindo, falaremos aqui, das ferramenta que você vai precisar para poder montar o seu computador. Aqui você fica sabendo quais são as chaves, parafusos, alicates e todo o resto que não pode faltar na sua maleta de ferramentas.

Algumas destas ferramentas são fáceis de encontrar em qualquer lugar. Porém, algumas outras já são um pouco mais complicadas. Por isso, procure em lojas especializadas em computadores ou lojas de artigos multiuso. Os preços podem variar de acordo com a região do país em que você está, logo não podemos apresentar estimativas muito exatas. Pode até ser que algumas destas que compõem a lista já estejam na sua casa. Basta verificar!

Chaves de fenda

Como todos sabem, computadores possuem parafusos – vários, aliás. Portanto, um tipo de ferramenta que não pode faltar de jeito nenhum no seu kit de manutenção é a Chave de Fenda. Como existem dois tipos de parafuso, existem também, dois tipos de chave. Para os parafusos comuns (com apenas uma fenda) use a chave de ponta comum. Entretanto, a maioria dos parafusos do computador possui uma “estrela”, “cruz” ou qualquer outro nome que você queira chamar. O nome correto para este tipo de padrão é “Ponta Cruzada” ou “Phillips”.

Chave de fenda

Chave Phillips



Dica:
Se for possível, adquira as chaves que tenham pontas imantadas. Ou seja, que possuem uma camada de ímã na ponta. Assim, você consegue evitar que os parafusos caiam na sua placa-mãe.

Alicate

Assim como as Chaves de Fenda, outro tipo de ferramenta que não pode faltar são os Alicates. Recomendamos que você tenha um bom alicate como o da imagem. Com esta ferramenta, você pode realizar tarefas que vão desde pressionar objetos, pinçar parafusos ou até mesmo cortar fios. Entretanto, não encorajamos interferir na parte elétrica do computador.

Por ter o bico mais estreito que os outros alicates, este modelo é indicado para situações em que é preciso pegar objetos pequenos ou pressionar algum cabo ou outro material qualquer. Ele também possui uma região própria para cortes, apesar de não ser a principal função dele.

Dica: Tente não forçar muito o alicate nas peças mais delicadas. Use-o com calma e firmeza.

Peças pequenas

Rosca de base

A rosca de base se assemelha muito aos parafusos comuns, mas possui uma característica que a difere totalmente destas outras peças. A cabeça da rosca de base é uma base para a entrada de outro parafuso. Por isso, ela deve ser colocada nos furos do gabinete para receber, antes da metade inferior da Base de Suporte com Trava. Nunca prenda a sua placa-mãe com peças de metal sem isolamento, isto pode fazer com que ela queime ou fique seriamente danificada.

Mica

Como sabemos que a placa-mãe não pode entrar em contato com componentes metálicos sem isolamento, o uso da Mica é indispensável na montagem do seu computador. As extremidades da placa-mãe são presas pela Base de Suporte com Trava, contudo, existem outros furos na placa que precisam ser preenchidos para que ela não se mova de maneira alguma. Coloque a Mica no parafuso antes de prendê-lo à placa-mãe.

Dica:
Em hipótese alguma esqueça de colocar a Mica nos parafusos que irão prender a placa-mãe.

Parafuso de Rosca Grossa

Existem dois tipos de Parafusos de Rosca Grossa, os de uso interno e os de uso externo. Normalmente, não se costuma misturar estes dois tipos justamente por desempenharem funções específicas. Os de uso externo prendem as tampas do gabinete e normalmente estão em pequena quantidade se comparados aos de uso interno. Para prender drives, placa-mãe e outros dispositivos, pode ser necessário utilizar Parafusos de Rosca Grossa, mas esta é uma situação incomum.

Parafuso de Rosca Fina

É um dos componentes que você vai precisar ter em grande quantidade. Boa parte dos dispositivos como discos rígidos, drives de CD, DVD e até mesmo disquetes precisam ser presos por Parafusos de Rosca Fina.

Base de Suporte com Trava

Por último e não menos importante, a Base de Suporte com Trava é essencial para garantir que a sua placa-mãe não irá queimar. Ela é dividida em duas partes, sendo que a inferior deve ser encaixada na Rosca de Base. Entretanto, o uso deste tipo de material tem sido deixado para trás porque muitos gabinetes já vêm com um encaixe pronto para as placas mães.

Dica: Não use este componente em todos os furos da sua placa-mãe, isto pode prejudicar a fixação da placa no seu gabinete.

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Entretanto, não é só das ferramentas que você vai precisar para montar o seu computador. Existem muitos outros componentes para serem montados e que sem eles, não é possível existir computador algum.

Gabinete

É a “casca” onde você irá fixar a placa-mãe e nela todos os outros cabos, placas, memórias e vários outros componentes. Existem vários modelos, cores e preços deste componente. Por isso é completamente pessoal a escolha do gabinete! Procure um que lhe agrade.

Processador

É o cérebro do seu computador. Toda a velocidade de realização de tarefas passa antes pelo processador. Assim, se este componente não for potente o bastante, a velocidade de processamento de dados pode ser comprometida.

Cabos

Cabo IDE

Conecta o disco rígido IDE à placa-mãe.

Cabo Floppy

Conecta o drive de leitura de disquetes (Floppy Disk) à placa-mãe.

Cabo SATA

Conecta o disco rígido SATA à placa-mãe.

Placas

Placa-mãe

Base de conexão e transmissão de dados através de impulsos elétricos. Todos os componentes devem estar conectados corretamente à placa-mãe para que o computador funcione de maneira adequada. Deve-se prestar muita atenção às entradas para a conexão dos componentes.

Placa de rede

É a porta de entrada e saída pela qual a comunicação dos computadores de uma rede é feita. Conecta-se o cabo de rede (o azul) para transmitir informações de um computador para outro e até mesmo conectar-se à internet.

Placa de Vídeo

Processa as informações ligadas à exibição de imagens que irão aparecer no seu monitor. Normalmente, estes componentes utilizam uma memória própria além do que é dedicado a ele pelo próprio sistema. Quanto maior a capacidade, melhor será a definição de imagem do seu computador.

Refrigeração

Cooler do Processador

Todo o trabalho feito pelo processador gera bastante calor, podendo chegar a quase 90 graus Celsius. Por isso, é indispensável instalar um cooler só para refrigerar o seu processador. Nunca ligue o computador sem ter instalado o cooler do processador.

Cooler Extra (Ventoinha)

Não é difícil encontrar computadores que esquentam muito. Por isso, ter um cooler extra pode ajudar bastante. Se o cooler do processador não estiver mais dando conta do recado, instale mais um para garantir que nada vai queimar dentro do seu gabinete.

Disco rígido (HD)

HD SATA

O disco rígido do tipo SATA tem como principal função armazenar os seus dados, programas e arquivos. Contudo, o que difere este dos outros HDs é a entrada dele. A sigla SATA explica esta diferença, Serial Advanced Technology Attachment indica que o cabo e as entradas pertencem a um outro grupo. As características físicas deste tipo de conexão são:

  • Entrada mais estreita

  • Cabo mais estreito

  • Plugs do cabo mais estreitos

HD IDE ou PATA

Assim como o SATA, o IDE (hoje chamado de PATA) também serve para armazenar os seus dados. Porém a diferença deste para o outro modelo também está no tipo de entrada e no cabo. A sigla PATA significa Parallel Advanced Technology Attachment. As características físicas deste tipo de conexão são:

  • Entrada larga composta por pinos

  • Cabo mais largo, também chamado de “cabo fita” há algum tempo.

  • Plugs do cabo são largos e perfurados para adaptar-se ao pino

Memória

Pente de Memória

Os pentes de memória são indispensáveis para a montagem de qualquer computador. Eles são responsáveis pelo armazenamento, execução de programas, qualidade de definição de imagens pela placa de vídeo e uma série de tarefas. Quanto mais memória melhor. Normalmente, as placas-mãe possuem dois slots (espaços) para a inserção de memórias.

Drives

Drive de CD/DVD


São a porta de entrada da maioria de mídias para o computador. Estes dispositivos podem reproduzir e gravar CDs e DVDs a partir de um software e um hardware próprio. Atualmente, vários deles já podem ler e até gravar Blu-Ray.


Drive de Disquete (Floppy Disk)

Apesar de muitos computadores mais recentes não contarem com drives para a leitura de disquetes, ainda é comum encontrar mídias deste tipo. A capacidade de armazenamento deste tipo de disco é de aproximadamente 1,3 MB e já foi ultrapassada pelos pen-drives que já podem chegar a ter mais de 32 GB.

Leitor para cartão de memória

Os cartões de memória são bastante úteis para usuários que trabalham com fotos e vídeos. Normalmente as câmeras digitais possuem entradas para este tipo de cartão que permite o livre trânsito das informações contidas neste meio. As capacidades variam bastante.

Fonte

Fonte de Watts Reais

A fonte é o meio de alimentação energética do computador. Sem ela, não há como enviar os impulsos elétricos para a placa-mãe processar os outros dados.

Muito bem, agora que você já conhece quais são as principais ferramentas e componentes para montar o seu computador, não perca tempo e monte a sua lista! Entretanto, muitas coisas das que foram citadas aqui você já deve ter em casa, como as chaves de fenda e o alicate. Algumas outras peças são um pouco mais difíceis de encontrar, mas com uma boa pesquisa nas lojas de artigos eletrônicos e informática da sua cidade pode resolver!

Por isso, pesquise bem os preços antes de comprar. Afinal, como dissemos antes, a variação de preços pelo Brasil é grande, principalmente quando falamos dos equipamentos como discos rígidos, cabos, placas, gabinetes etc. Pegue seu lápis, papel e calculadora e vá às compras! Não adie a vontade de montar o seu próprio computador!

Fique ligado para as próximas dicas do Dicas de PC!




A história da Apple, a marca da maçã

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Design, inovação e poder: conheça a história da empresa que trouxe glamour e revolucionou a história dos computadores pessoais. 


O que leva milhares de americanos a formarem longas filas em frente às lojas para comprar um smartphone? Qual a fórmula mágica para ser uma das empresas de tecnologia mais respeitadas de todo o mundo? Conheça um pouco sobre a história da Apple, marca responsável por produtos inovadores e que enlouquecem uma legião de fãs a cada lançamento. 



Quem diria que dois garotos hippies da Califórnia realizariam o sonho de levar o computador – uma ferramenta, até então, desconhecida de muita gente – para dentro das casas de todo o mundo? Pois bem, é assim que começa a história da maçã.

Em 1976, Steve Jobs e Steve Wozniak, dois jovens apaixonados por inovação, faziam parte de um grupo que montava seus próprios computadores de forma bastante artesanal. Foi em um dormitório de faculdade que a Apple Computers Inc. surgiu, trazendo à tona o Apple I, projeto de um computador bastante avançado para a época, mas que foi recusado por empresas já consolidadas, como a Atari e a HP.



O rústico Apple I.Embora não tenha sido um grande sucesso de vendas, o Apple I, que era apenas a placa de circuito e custava cerca de 600 dólares (o que hoje equivale a 5000 dólares), foi um bom começo e deixou os rapazes esperançosos. A placa de circuito era geralmente armazenada em uma caixa de madeira, de modo bastante rústico.



O que era um sonho hippie, acabou se transformando na maior promessa da tecnologia e, mais que isso, em um culto. Afinal, há quem diga que ao comprar um produto Apple, você não está simplesmente adquirindo um MP3 Player ou um computador, mas sim um estilo de vida.



iNovação


Com aperfeiçoamentos notáveis, o Apple I ganhou um sucessor: o Apple II. Lançado em 1977, ele fez muito sucesso, apesar de seu preço elevado – cerca de 1,200 dólares, o que hoje equivale a 10 mil dólares. 

Com características semelhantes às presentes nos computadores de hoje, o Apple II vinha em um gabinete de plástico e com um teclado incorporado. O modelo foi tão bem aceito no mercado, que perdurou até o início dos anos 90.

Mouse e interface gráfica.Do Apple II em diante, a empresa resolveu apostar forte nos computadores com interface gráfica e mouse, ideia que Jobs afirma ter “pego emprestada” da Xerox, empresa onde computadores com interface gráfica eram desenvolvidos há tempos.



Para Jobs, a Xerox tinha em mãos uma ideia brilhante, mas não sabia ao certo o que fazer com ela. A qualidade das interfaces gráficas e dos próprios computadores da Xerox não era satisfatória e o preço era exorbitante. Então, Jobs pegou os computadores da Xerox como base para sua inspiração e trouxe inovações de cair o queixo ao mundo dos computadores.

Em 1983, um grande passo: o lançamento do Lisa, um computador avançado com 1MB de memória RAM, dois drives de disquete, disco rígido de 5MB e um monitor de 12 polegadas. Com uma interface muito bem elaborada e uma suíte de aplicativos equivalente ao Office de hoje em dia, o Lisa tinha tudo para ser um sucesso absoluto, se não fosse o preço: 10 mil dólares da época.

Interface monocromática.

Um ponto negativo para as vendas, dois pontos para a experiência da empresa, que utilizou o Lisa como base para o Macintosh, em 1984. Com configurações semelhantes a de PCs da época, o Macintosh trazia o sistema operacional Mac OS 1.0, responsável também por popularizar a interface gráfica (GUI).

iMarketing

A era Macintosh não representa apenas inovações nos produtos, mas também no modo com que empresa alcançava seus clientes e em como os computadores Apple tornaram-se objetos de desejo. Foi com o Macintosh que Steve Jobs resolveu arriscar e, no intervalo do Super Bowl – um dos maiores eventos esportivos dos EUA– veiculou um comercial que deixou milhões de americanos de olhos arregalados.

O vídeo de 60 segundos – que você pode ver logo abaixo – consiste em uma metáfora para a liberdade, em que o Grande Irmão (figura da famosa obra de George Orwell) simboliza a gigante IBM. Esta foi a primeira grande demonstração de interesse de Jobs pelo marketing, um ponto extremamente forte da empresa.

“Quando uma propaganda acaba se tornando um elemento da cultura pop, é porque ela deu certo.” Assim diz Steve Jobs, à respeito de propagandas como a do iPod e as famosas “Get a Mac” que, assim como a propaganda de 1984, conquistou muitos adoradores dos produtos Apple e tiveram grande repercussão no mundo todo.

iMacintosh

O macintosh clássico.
Em 1985, o sucesso do Macintosh pareceu desestabilizar a empresa, que resolveu demitir Steve Jobs e acabou por ficar também sem Steve Wozniak, que voltou para a faculdade. A partir de então, os computadores da Apple perderam o brilho e traziam uma interface desatualizada para os padrões da época, com características que desagradavam os consumidores.

Esta foi uma verdadeira fase de declínio, em que os inovadores e poderosos computadores da maçã não representavam ameaça alguma para concorrentes como a Microsoft e desapontavam os fãs. 

Foi apenas em 1991 que a Apple começou a acordar de seu pesadelo e lançou o primeiro PowerBook, um computador portátil que reconquistou o público, alcançando um grande sucesso nas vendas.

PowerPC

Apesar de estar reencontrando a estabilidade, a Apple buscava novas tecnologias que pudessem bater de frente com os PCs, seu grande inimigo. A escolha foi os processadores PowerPC, um processador rápido e co-produzido pela IBM. Em 1994, a primeira leva de computadores PowerPC entrou no mercado e, apesar das expectativas, não foram tão bem aceitos assim.

A incompatibilidade dos processadores PowerPC com os utilizados anteriormente nos Macs, fizeram com que todos os programas tivessem de ser reescritos, causando uma tremenda dor de cabeça tanto para desenvolvedores quanto para os usuários.

O PowerBook.

A solução da Apple foi criar um programa para emulação dos softwares, o que causava lentidão e vários problemas no sistema. Assim que o tempo passou, os softwares começaram a ser desenvolvidos apenas para processadores PowerPC, amenizando o problema. Mesmo assim, até hoje se discute se a decisão da Apple pelo PowerPC foi correta. 



iNesperado

Apesar de todas as ações tomadas pela empresa, em 1995 a Apple continuava em uma certa crise. Com problemas para compra de peças e montagem de produtos, a empresa de Cupertino ainda teve de lidar com questões jurídicas envolvendo a Microsoft e seu Windows 95, que copiou descaradamente a interface gráfica do Mac.

No final de 96, Steve Jobs – fora da Apple desde 1985 - já estava com uma empresa de tecnologia montada e a todo vapor. A NeXT estava desenvolvendo computadores e tudo ia muito bem. Foi então que a Apple sentiu a necessidade de ter Jobs de volta à empresa e a melhor solução foi comprar a NeXT. 

o iMac original.

De volta à Apple, as mudanças de Jobs foram essenciais para reerguer a empresa. A começar pelo corte na linha de produtos que, segundo Jobs, era extensa e complicada. O guru da tecnologia resolveu cortar a linha de computadores Apple a menos da metade, uma decisão que rendeu bons resultados.

A partir de então, a Apple tem sido uma empresa robusta que surpreende o mundo com seu design inovador e tecnologia de cair o queixo.

Alguns exemplos são o PowerBook G3, em 1998, um laptop avançado para a época e cujo preço era acessível. 

No mesmo ano, o iMac revolucionou o conceito de computador, trazendo os componentes internos dentro de um monitor. A beleza do produto e a ausência dos já conhecidos cabos conectores chamou a atenção do público jovem e colaborou com a popularização da marca.

iMusic

Em 2001, o grande lance da Apple: um player portátil de áudio e vídeo digital que deixou o mundo em êxtase por seu design arrojado e novidades tecnológicas. Até hoje o iPod é sinônimo de qualidade em player portátil e conta com uma linha para variadas necessidades de tamanho físico e armazenamento.

iPods para todos os gostos.

Basta sair nas ruas, parques ou academias para ver pessoas com os clássicos fones de ouvido brancos para lá e para cá. Com um marketing intenso e design agradável, o iPod revolucionou a música e colocou a Apple novamente no topo das paradas.



Ainda com a música em foco, a empresa lançou o iTunes, um player moderno que armazena, organiza músicas e as sincroniza com o iPod. Junto ao player, a iTunes Store, uma loja em que milhões de músicas podem ser compradas online, por um preço razoável.

iNcrível

Também em 2001, o Mac OS, sistema operacional da Apple, sofreu grandes mudanças e foi reconstruído tendo o UNIX como base. Extremamente mais robusto e agradável, o sistema operacional Mac OS X é considerado, por muitos, o melhor.

Área de trabalho do sistema operacional da Apple.

Em 2006, o MacBook, o famoso laptop branco da maçã, foi um sucesso de vendas absoluto por trazer um processador Intel (em vez do PowerPC) e recursos interessantes por um preço bastante acessível se comparado a seus antecessores. 



Todos os computadores Apple de hoje trazem o processador Intel que oferece mais rapidez, estabilidade e compatibilidade aos computadores da marca. Mais que um hardware e sistema operacional de qualidade, os MacBooks e iMacs tornaram-se objeto de desejo e culto.

iPod shuffle: menor que um isqueiro.Mais recentemente, o que alavancou a marca foi o iPhone, um smartphone de notável tecnologia, com funções de áudio, câmera, internet e muito mais. Utilizando uma tela multitouch e uma versão reduzida do sistema operacional Mac OS X, o iPhone vendeu mais de 1 milhão de unidades em apenas 74 dias. 



MacBooks poderosos, iMacs que carregam toda a potência de um computador dentro do próprio monitor e iPhones cada vez mais versáteis. Além disso, a empresa mostra ao público tecnologias que visam a portabilidade, como o incrível MacBook Air e o iPod nano 3G, peças que provam o poder da Apple no mundo da tecnologia.

Quem mordeu a maçã de Cupertino?


A maçã é pop: todo mundo já viu, todo mundo conhece. Mas como surgiu a ideia de ter como símbolo de uma empresa de tecnologia uma maçã mordida? A versão mais plausível e conhecida é a que o símbolo seria uma referência a Newton, que se deu conta da lei da gravidade ao observar uma maçã caindo da macieira. Outra analogia possível seria com Adão e Eva, os personagens bíblicos, em que a maçã representaria todo o conhecimento e a mordida, a aquisição do mesmo.

As caras da Apple.

O primeiro logo da empresa era um tanto quanto exagerado e representa a cena de Newton e sua maçã. Não é preciso nem pensar duas vezes para ter certeza de que o logo não iria fazer sucesso, afinal, ele vai totalmente contra um dos mais fortes princípios de Jobs: a simplicidade. Percebendo tudo isso, Jobs caiu na real e deu a luz a um dos mais famosos símbolos de todos os tempos: a maçã mordida.

A Apple é um fenômeno impressionante que está tirando o sono de muitas empresas como a própria Microsoft. Cada vez que Steve Jobs sobe no palco com seu visual minimalista para anunciar um novo produto, o mundo para. Afinal, todos querem saber o que a mais inovadora empresa do Vale do Silício anda aprontando e ninguém quer perder a chance de dar uma mordida na maçã.

Steve Jobs em um de seus clássicos lançamentos.

Curiosidades

  • O “i” encontrado na frente do nome de vários produtos da marca (iPod, iPhone, iMac) originalmente representava a “internet” mas, passado algum tempo, adquiriu a conotação de pessoal, uma vez que “I”, em inglês, significa “eu”. 



  • iPods compatíveis com o sistema operacional Windows não começaram a ser vendidos até 2002.



  • O primeiro slogan da empresa era “Byte into an Apple” (frase ambígua para um byte dentro de uma maçã ou morda uma maçã). 



  • A grande maioria das pessoas que compram um produto da Apple, permanecem fiéis à marca.




  • Veja na imagem abaixo todos os produtos já lançados pela Apple em ordem cronológica (clique para ampliar):


Você já conhecia a jornada da Apple? É fã dos produtos da maçã? Fique livre para comentar e dar a sua opinião.( Na caixinha de duvidas pedidos e parceria).




Instalando Home Theater e Aparelho de Som no seu PC

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Veja o que é necessário para conectar o Home Theater ou o aparelho de som a seu computador pessoal

O avanço tecnológico tem permitido conquistas pessoais muito boas. Atualmente, o custo dos aparelhos caiu bastante e podemos ter em casa um sistema de Home Theater. Esses aparelhos criam toda uma experiência auditiva nova, reproduzindo sons em alta fidelidade, ao mesmo tempo em que criam um ambiente de som tridimensional. E com a tendência à convergência, ou seja, que todos os aparelhos se comportem juntos, podemos querer ligar nosso computador ao nosso home theater ou até mesmo ao nosso aparelho de som.

E o Dicas de PC dá mais um passo para ajudar nossos leitores e oferece um tutorial de como é possível fazer isso. Mas antes, é necessário conhecer um pouco das partes do computador e do aparelho de som.

Componentes de Áudio de um PC

A principal peça responsável pelo som do seu PC é a placa de som. Atualmente, grande parte das placas-mãe é feita com placas de som onboard, ou seja, já vêm incluídas. As placas mais antigas precisavam de uma placa de som offboard, uma placa extra que era encaixada na placa-mãe. Mas mesmo assim, as placas onboard podem ser desabilitadas para permitir a instalação de outra nova placa offboard.

Geralmente, as placas onboard têm entradas e saídas de som padrão, enquanto as placas offboard podem ser mais especializadas. Existem algumas placas de som até com saída de fibra ótica, para conexão em aparelhos de última geração.

Mas como a maioria das placas de som são onboard e com saídas simples, aqui será dada mais ênfase nessa conexão tradicional.

Instalando uma placa offboard

Caso você tenha uma placa de som onboard e prefira instalar uma placa de som offboard para aproveitar melhor o seu home theater, você deve lembrar de desabilitar a placa onboard antes. A forma de como se fazer isso depende muito de cada sistema, mas geralmente essa habilitação é feita pela Bios, que é acessada nos primeiros instantes da inicialização do sistema.

Modelos simples de placa de som offboard

Após desabilitar a placa de som onboard, você pode instalar a nova placa offboard e instalar os drivers de som através do próprio Windows. A partir do Windows XP, o sistema operacional possui um sistema de instalação chamado plug-and-play, onde basta ligar o hardware à máquina para que ela reconheça e instale automaticamente os drivers. Caso seja preciso, a placa de som deve vir com um CD de instalação.


Saída de Som

Toda placa de som tem pelo menos uma entrada e uma saída. Geralmente, liga-se o microfone na entrada de som, chamada também de line-in, e os fones de ouvido na saída de som, conhecida também como line-out. Ambos conectores são estéreos e funcionam com conectores macho P2. Para poder ligar o PC ou no Home Theater ou no aparelho de som de sua casa, a conexão será feita através do conector de saída, que geralmente é de cor azul. Mas é importante salientar que o padrão de cores pode mudar entre diferentes placas de som. Para ter certeza, confira o desenho ao lado do conector ou o manual de instalação da placa de som.

A saída de áudio geralmente é de cor azul

Componentes de Áudio do Home Theater ou Aparelho de Som

Conectores RCA usam dois cabos ao invés de umA grande beleza disso está justamente em poder ouvir o som dos seus jogos favoritos ou dos filmes em DVD assistidos no PC nas caixas de som 5.1 do Home Theater ou com a potência de seu aparelho de som. E de forma semelhante ao PC, tanto um quanto o outro possuem sistemas de entrada e saída de áudio.

Contudo, geralmente a entrada de som do aparelho de som e do Home Theater é diferente. A maioria funciona com um sistema chamado de RCA, que basicamente separa os diferentes canais estéreo em dois caminhos. Enquanto a saída P2 do computador tem ambos os canais estéreo em um só conector, o RCA usa dois. Alguns aparelhos de som ainda têm a opção de entrada de auxiliar com conector P2, onde geralmente é conectado um microfone.

Cabos conectores

Se a configuração de seu computador for da forma descrita aqui, você precisará de um cabo P2-RCA, que pode ser adquirido em qualquer loja do ramo. Esse cabo tem um macho P2 de um lado e dois machos RCA do outro. A vantagem deste cabo é que ele pode ser usado tanto para ligar o PC ao Home Theater, e assim você usa o sistema de amplificação de som do último, ou para ligar o Home Theater ao PC, para poder usar algum programa no áudio que recebe do Home Theater.

Cabos PS2-RCA tem duas pontas diferentes

Para ligar o PC ao Home Theater ou aparelho de som, conecte o macho P2 na saída de áudio do PC e ambos os machos RCA nas entradas correspondentes no aparelho. Essas entradas podem ter o rótulo de Line-In ou ainda Tape-In. Em alguns casos, podem ser chamados de Auxiliares. Conecte os cabos, respeitando ao máximo as cores. Geralmente os machos RCA são vermelho e preto, mas podem também ser vermelho e branco. Ligue o macho vermelho na fêmea vermelha e o macho preto ou branco na fêmea preta ou branca.

Existe ainda a possibilidade de fazer essa conexão utilizando um cabo auxiliar P2-P2. Se esse for o caso, no Home Theater ou aparelho de som, a outra extremidade do cabo será conectada na entrada auxiliar ou de microfone.

Cabo PS2-PS2 ou cabo auxiliar

Caso sua placa de som tenha saída RCA, é possível utilizar um cabo RCA-RCA, também respeitando o padrão de cores.

Use o cabo RCA-RCA caso sua placa de som suporte


Sistema de Som Estéreo ou 2.1

Sons estéreos ou 2.1 tem somente duas saídas de somA maioria dos sistemas de som que temos nos computadores são estéreo, ou 2.1. Isso quer dizer que a placa de som consegue dividir o áudio em dois canais diferentes, o direito e o esquerdo, e consegue reproduzir os sons mais graves em uma caixa separada, o subwoofer. Quando o computador não tem o subwoofer, as próprias caixas de som reproduzem todos os sons, dos mais graves aos mais agudos. Isso acontece principalmente nos fones de ouvido.

Ao ligar o computador ao Home Theater ou aparelho de som, deve-se estar atento que é muito provável que seu computador mande o sinal de áudio 2.1 e será só reproduzido o som 2.1 no Home Theater, principalmente porque a saída de som via P2 é, no máximo 2.1. Porém, existem maneiras de driblar isso, configurando o áudio do computador.

Sistema de Som 5.1 e disposição das caixas

Os aparelhos mais modernos de som e os Home Theaters têm um sistema 5.1 de áudio, que significa que eles têm 5 caixas de som mais um subwoofer (a parte .1). As cinco caixas são dispostas de tal maneira a criar um ambiente 3D de som. De nada adianta conectar o PC ao Home Theater se essas caixas de som não estiverem devidamente posicionadas.

A caixa central

A primeira caixa de som é a de áudio central. Quando for organizar as caixas, posicione essa caixa junto ao monitor, ou acima ou abaixo dele. É desta caixa de som que virão os sons diretos, nos fazendo ouvir os sons que são direcionados ao ouvinte.

As caixas frontais

Existem ainda duas caixas de som menores que são posicionadas uma de cada lado da caixa central. Essas caixas devem ser posicionadas também diante do ouvinte, mas uma de cada lado, respeitando a lateralidade direita (R) e esquerda (L). Essas caixas vão ajudar na disposição de direção do som.

As caixas laterais

As últimas duas caixas das 5, a formar o sistema, são duas caixas menores posicionadas lateralmente e atrás do ouvinte, contribuindo para a sensação de som tridimensional. Da mesma forma como as caixas frontais, as caixas laterais têm som bilateral e as direções direita (R) e esquerda (L) devem ser respeitadas para o melhor aproveitamento do áudio.

Disposição das cinco caixas de som dos sistemas 5.1


O subwoofer é sempre maior que as outras caixas de som

O subwoofer

Essa é talvez a maior das caixas de som do sistema de Home Theater, pois ela é responsável pela produção dos sons mais graves, geralmente abaixo dos 100Hz. Esses sons em si são pouco audíveis, mas ajudam a dar o preenchimento e detalhes de áudio. Devido à sua natureza, ela não precisa estar posicionada em nenhum lugar especifico, pois seu som é mais de preenchimento e não vai influenciar na experiência de direção do áudio.

Como as ondas mais graves têm a propriedade de poder dar grandes curvas, pode-se colocar o subwoofer em qualquer lugar próximo do computador. Algumas pessoas a colocam atrás do monitor, outras colocam próximo ao chão, embaixo da mesa, isso para que ele ofereça somente essa impressão de profundidade de som e não atrapalhe muito os sons médios e agudos.


Configurações necessárias da Placa de Som

Infelizmente, esse sistema de conexão não é o mais indicado, justamente pela placa de som tradicional não ser a apropriada para som 5.1. Todavia, é possível configurar a placa de som de tal forma que ela reproduza o som estéreo da melhor forma possível para que o Home Theater possa aproveitar melhor no sistema 5.1.

Configure a saída de sons graves, médios e agudosA primeira coisa a se fazer é atualizar o driver da placa de som. As atualizações mais recentes da maioria das placas de som trazem sistemas de configuração de som surround que produzem a ilusão de tridimensionalidade num sistema estéreo ou 2.1. Ligando o PC ao Home Theater, você pode configurar a saída de som de seu computador de forma que ele fique melhor distribuído entre as cinco caixas de som e o subwoofer.

Caso sua placa de som permita a configuração da equalização de som, alterando a equalização dos sons graves alterará a configuração de áudio do subwoofer, enquanto alterando a equalização dos sons médios e agudos, alterará a configuração das outras cinco caixas de som.

Conectores de uma placa de som digital 7.1Placas de Som 5.1, 7.1 e Digital

Porém, existem ainda algumas caixas de som habilitadas para som 5.1. Essas placas possuem mais conectores fêmeos do que os três tradicionais. Esses outros conectores geralmente são um para a caixa central/subwoofer e um para as caixas laterais. Existe ainda placas de som habilitadas para som 7.1, com saída para as caixas de som traseiras. Como a maioria dos Home Theaters são 5.1, essa saída pode não ser utilizada.

Se esse for o caso, você pode usar um cabo P2-RCA para ligar o computador ao Home Theater. Basta ligar o macho P2 no computador e o macho RCA nas entradas apropriadas de seu Home Theater ou aparelho de som. O cabo ligado na saída principal de áudio da placa serve para as caixas frontais.

Muitas dessas placas também têm uma saída RCA para áudio digital. Para conectá-la ao Home Theater é necessário utilizar um cabo RCA-RCA mono, que geralmente já vêm com o Home Theater.

Cabos RCA-RCA mono devem ser usados na saída Digital da placa de som

Conclusão

Agora você já sabe o que é necessário para conectar seu PC ao Home Theater e aproveitar tudo que a qualidade de som 5.1 pode oferecer. Porém, vale a pena lembrar que a maioria dos computadores não tem placas de som equipadas com o sistema 5.1, então o máximo que você vai conseguir é um sistema 2.1 com uma ilusão de 5.1 convertida pelo driver da placa de som e distribuída pelo Home Theater. Mas pelo menos isso é melhor do que ouvir o som nas caixinhas básicas do computador ou pelo fone de ouvido.


O que é Super Vídeo?

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Este conector pode lhe fornecer mais qualidade de imagem ou ainda transformar sua televisão em um monitor auxiliar.
Possuir um conector qualquer para levar a imagem de um reprodutor de vídeo até o aparelho que exibe as imagens não é o suficiente, o ideal é utilizar o melhor recurso que lhe couber e garantir a qualidade das imagens. Descubra mais sobre o conector e descubra onde o super vídeo (s-vídeo) se encaixa na escala da evolução da qualidade de imagem.

Como Funciona?

Um cabo comum de vídeo possui 2 fios em sua composição, um que leva todos os sinais da imagem e outro que faz o papel do terra, retornando o sinal até o aparelho. Todas as informações de brilho e cor percorrem o mesmo fio, logo, elas geram interferência no sinal, comprometendo a qualidade final do vídeo.

Foi desenvolvido então um novo conector com mais fios capaz de separar os sinais de luminosidade (preto e branco) dos padrões de cor, aumentando assim a resolução da imagem. Este conector “Separate Video” (vídeo separado) ficou conhecido como s-vídeo ou ainda super vídeo. A qualidade do seu sinal está acima do simples cabo amarelo de vídeo, mas perde para o vídeo componente e para o HDMI.

Assim como o cabo amarelo e o vídeo componente, o super vídeo é analógico, ao contrário do HDMI, que transmite informações digitais. O s-vídeo é bastante comum nos países norte americanos e, embora muitos dos aparelhos nacionais venham com este conector, poucas pessoas no Brasil sabem exatamente como utilizá-lo ou que podem ganhar mais qualidade de imagem com ele.

Aplicações:

A maior parte dos aparelhos de DVD, televisores e até mesmo placas de vídeo atuais possuem entrada para este conector. Se você ainda utiliza o simples cabo de vídeo para transmitir a imagem até a sua televisão, verifique se os seus aparelhos possuem esta entrada, substituir o cabo por este conector vai melhorar a qualidade do seu sinal. Neste caso, desconecte apenas o cabo amarelo do conjunto RCA e substitua ele pelo s-vídeo.

Cabo s-vídeo.Também é muito comum nas placas de vídeo, utilizando esta saída o usuário pode conectar o seu televisor ao seu computador, obtendo assim um monitor auxiliar para expandir sua área de trabalho. Caso prefira, você pode dedicar a exibição de filmes do PC apenas para o televisor e, com isso, deixar o monitor do computador livre para outras tarefas.

Vale lembrar que o usuário que tem a possibilidade de utilizar o vídeo componente (três cabos: verde, azul e vermelho) ou o HDMI para transmitir a imagem deverá fazê-lo, estes possuem uma qualidade ainda maior para a transmição do sinal. Atente-se ao fato que o cabo s-vídeo transmite apenas sinais de imagem, o som continua sendo transmitido através dos cabos de áudio (branco e vermelho).

Até a próxima!